sábado, setembro 17, 2005

Para os covardes

Esta mensagem é uma homenagem a certos covardes que me escrevem emails.
Já reparei que ter um site e blog sobre temas de conspiração que "ferem" a sensibilidade de : maçons, illuminatis, governo, conspriadores, irrita certas pessoas.
E essas pessoas por vezes escrevem-me emails, a criticar sem se quer ter argumentos, somente criticam, e são tão covardes ao ponto de dar email falso.
Ganhem coragem e usem o vosso email verdadeiro, deixem de ser covardes, se querem criticar dêm oportunidade de receber uma resposta minha.
Mas graças a Deus a média é boa, recebo centenas de emails por mês e somente 2 ou 3 são de covardes (pessoas que criticam grosseiramente, sem argumentos, e com email falso).

Quero agradecer ás milhares de pessoas que visitaram o site e blog neste ano, e agradecer aos que escrevem emails, e aos que participam aqui .
Parabéns por estarem atentos ao que vos rodeia, ao que acontece no mundo, parabéns por terem saído do mundo de ilusão.

silvio

19 comentários:

PHK disse...

Pequenas pedras no caminho, pensa por outro lado se te estão a criticar então é porque o que estás a fazer esta a ter efeito, força nisso! =)

Anónimo disse...

O Índice de Desenvolvimento Humano em Portugal
Portugal caiu um lugar no Índice de Desenvolvimento Humano de 2005, divulgado a semana passada pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD), ocupando agora o 27º lugar. Relativamente ao ano passado, Portugal foi ultrapassado pela Eslovénia e tem à sua frente 15 Estados-membros da União Europeia. A lista de 177 países é liderada pela Noruega. Segue-se-lhe a Islândia, a Austrália, o Luxemburgo e o Canadá!
Mas para se perceber este retrocesso do nosso país em relação aos outros países da União Europeia importa perceber o que é o Índice de Desenvolvimento Humano.
Para medir o desenvolvimento humano, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento propõe o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que se tem revelado muito útil na analise do desenvolvimento humano, quer permitindo tomar consciência de situações que não eram abrangidas pelos indicadores usualmente utilizados, quer permitindo estabelecer comparações no tempo e no espaço.
A construção do Índice de Desenvolvimento Humano baseia-se em três indicadores:
- Longevidade, que é medida pela esperança média de vida à nascença;
- Nível educacional, medido pela combinação da taxa de alfabetização adulta e taxa de escolarização;
- Nível de vida, medido pelo Produto Interno Bruto real per capita em dólares.
De um modo muito simples pode-se explicar o atraso do nosso país em relação ao resto dos estados membros da União Europeia:
Se a esperança de vida dos Portugueses representa o único indicador onde realmente existem melhorias consideráveis, por resultado dos avanços médicos e melhoria das condições de vida dos portugueses nos últimos trinta anos.
A educação continua pelas ruas da amargura em Portugal, pois apesar do propagandeado programa do governo em relação a esta, a realidade nua e crua é que esta não se adequa às reais necessidades que envolvem cada escola.
Ao nível do nosso rendimento, o caso assume proporções preocupantes, pois o rendimento gerado em Portugal está cada vez menos distribuído de forma uniforme!
Pois os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres, não existindo forma por parte da sociedade Portuguesa de dar volta à questão por carolice ou puro conformismo com o sistema vigente!
Portanto não se admire que continuemos na cauda da União Europeia, como um dia alguém disse “ Orgulhosamente sós”!

posted by Magno at 10:58 PM 1 comments
Terça-feira, Setembro 06, 2005
A Vergonha Americana!
Estamos no século XXI!!! Parece mentira mas é verdade, já lá vão cinco anos desde que entramos no novo milénio.
Lembro me de ver nos anos 80, filmes futuristas e séries a respeito deste século, muitos demonstravam uma sociedade destruída pelos efeitos da guerra-fria, outros porém mostravam uma sociedade quase perfeita, digna do livro Utopia, de São Tomás Moro.
Uma sociedade onde não existiram diferenças sociais, nem actos xenófobos ou racistas.
Pois bem o furacão Katrina, para além de demonstrar que a força da natureza é mais poderosa que o homem e o seu engenho, mostrou uma América onde existem situações iguais a muitos países do terceiro mundo!
Uma América onde os pobres são mais que muitos e tem dificuldades semelhantes a muitos países do terceiro mundo.
Como é possível que o país mais industrializado do mundo trate assim os seus cidadãos, só porque não tem um carro grande, ou uma casa num bairro fino, ou porque são de pele negra amarela, ou falam espanhol!
A ajuda a Nova Orleães chegou tarde demais, após o furacão, o processo de evacuação das pessoas aquando da chegada do furacão não teve em conta os diferentes estratos sociais da população e a realidade concreta dos modos de vida de uma cidade muito estratificada a nível social!
É curioso como os EUA demonstram ser sempre a potência dominante no mundo, tem o maior exercito e gastam dinheiro em equipamentos militares e segurança interna como ninguém, no entanto esquecem que existe uma América que todos os dias lutam pela sobrevivência, que é perfeito exemplo de exclusão social!
O dinheiro que gastam na defesa serviria perfeitamente para fornecer aos habitantes de Nova Orleães, um conjunto de ajuda que colmatasse os feitos trágicos do furacão, bem como uma evacuação eficaz da população.
É incrível que o presidente dos EUA, com a sua ambição bélica não tenha em conta os reais problemas dos seus cidadãos.

posted by Magno at 10:51 PM 1 comments
Quarta-feira, Agosto 24, 2005
Humm!! Tão bom, mais € para gerir mal!
A cobrança de IVA sobre os combustíveis nos primeiros sete meses do ano rendeu às Finanças quase 300 milhões de euros, face a igual período de 2004, noticia a edição de hoje do Jornal de Negócios.
Ora aqui está uma importante fonte de rendimento do estado, que deveria ser aproveitado para combater o défice português.
Porém este capital apenas serve para alimentar um aparelho de estado burocrático, onde as sanguessugas dos boys absorvem todo esse rendimento em proveito próprio.
O facto de os combustíveis renderem ao estado tanto rendimento, pode justificar a total morosidade das obras no concerne às acessibilidades rodoviárias que ligam os principais centros urbanos à periferia.
Trocando este raciocínio por miúdos, ao estado interessa o para arranca, que se verificam nas horas de ponta e dentro das próprias cidades de forma a obter maior rendimento, por intermédio de um maior gasto de combustíveis resultante dos automóveis!!!
Ainda acha que o estado se preocupa com a nossa qualidade de vida?

posted by Magno at 11:24 AM 0 comments
Sábado, Agosto 20, 2005
Autárquicas = O Cinismo Partidário




Em Outubro do presente ano será tempo de eleições autárquicas, serão eleitos novos autarcas para as Câmaras Municipais e juntas de freguesia.
Como seria de esperar o tão apetecido tacho, por parte dos boys dos diferentes partidos fazem de tudo para terem um lugar ao sol!
Prometem mundos e fundos, visitam os mercados todos, prometem o elixir da juventude aos idosos, mostram – se muito preocupados com as áreas sociais que pouco ou nada conhecem! Enfim durante este período viram uns autênticos santos, com tantas provas de boa vontade!
Passado o período eleitoral, e após a definição dos tachos para cada boy partidário as preocupações passam a ser outras: que carro de luxo vou comprar, que envelopes vão receber por baixo da mesa para mudar o PDM local, que filhos de amigos deles precisam de emprego?
Para calar o povo fazem uma ou duas rotundas, criam um centro de dia nos confins do nada, e as promessas não realizadas, acusam o poder central de má vontade face ao respectivo concelho. Perante este panorama, acham que tenho vontade de ir votar?

posted by Magno at 10:12 AM 1 comments
Quinta-feira, Agosto 11, 2005
Portugal não Pertence à OPEP!!!














A excessiva dependência do nosso país em relação ao petróleo apresenta níveis preocupantes que se repercutem no nosso dia a dia.
Desde o aumento dos combustíveis, passando pela subida de preço dos passes sociais, aos produtos mais básicos, como a alimentação.
Agravado ao facto de os combustíveis serem ainda taxados com impostos.
Sendo Portugal um país, não produtor de petróleo e derivados, por lógica devia-se racionar o consumo do mesmo, e apostar em outras formas de energia.
Por um lado deveria – se apostar na melhoria dos transportes públicos, no que concerne ao conforto, rapidez, segurança e mobilidade segundo as necessidades reais das pessoas.
Por outro lado a aposta nos veículos de duas rodas em detrimento dos automóveis, era também uma ideia bem vista, pois estes veículos são económicos do ponto de vista do consumo, apresentam grande mobilidade, ao nível da segurança se forem cumpridas as condutas do código de estrada, aliado a um vestuário próprio, traria maior segurança a quantos circulassem na estrada com esses veículos.
No entanto, é imperativo apostar em energias renováveis em Portugal, mas sem cinismos e eternos estudos de projectos.
Portugal é um país com potencial eólico, solar, hídrico, e biomassa, no entanto a dependência petrolífera agrava-se.
É inconcebível que quem aposte nas energias renováveis tenha tantos entraves burocráticos, e fiscais, partindo logo em desvantagem em relação a outros sectores industriais.
É necessário mais muito mais nestes domínios, não apenas o “parecer bem” perante a opinião pública, é necessário acção!
Só assim poderemos sair deste fosso energético e terceiro mundista em que nos encontramos, tudo por nossa culpa!
Já agora deixo o repto, alguém se lembra que a universidade Portucalense à cerca de dois anos tinha um projecto de adaptar o óleo usado dos restaurantes, como combustível em carros a diesel, existiriam apoios para que a investigação continuasse nesses domínios em Portugal.
Que eu saiba até hoje ainda não observei nada, que me indicasse que a investigação continua, ou quando será que o biodiesel pode ser disponibilizada para o consumidor comum?
Até lá petróleo amigo o povo Português está mais dependente de ti!!!!

Marcelo Al. disse...

Provavelmente entre esses covardes existem aqueles que são conformados com a vida, acham que tudo é certo, que existe a democracia, que existe a liberdade, que o homem evoluiu naturalmente do macaco, que somos a unica vida inteligente no universo, e que os E.U.A é o país das maravílias.
Se não concordam com os textos e idéias deste Blog e do site, o problema é de vocês, ninguem é obrigado a entrar aqui.
E se pertencer a alguma sociedade secreta, lembro que o Sílvio somente mostra o que existe por trás das sociedades secretas, não ofende nenhuma. Então eu só lamento pelo sigilo de vocês não ser tão competente quanto vocês acham que é.

"As pessoas não se rebelam contra o fato de não serem livres quando elas pensam que são."

Marcio filipe disse...

Silvio nao ligue para os comentarios de certas pessoas, elas são desinformadas, são ignorantes, coitadas nao sabem que fazem...

continue o bom trabalho :-)

Anónimo disse...

Se usassemos o sol como fonte de energia ficávamos independentes do petróleo. E eles lixavam-se.
Assim lixam-nos eles.


Já reparou que a única linha de união com esta cáfila no poder em todo o mundo e que explica todo este descalabro é:
o extermínio da raça humana!

E não fazem segredo. Há décadas que falam do excesso de população ser o grande problema deles.

Impingem-nos: controlo de natalidade e esterilização, na EU, EUA, India, China, em A´frica usam a fome e as guerras. Fazem umas experiencias bem sucedidas de guerra biológica de que nós só sabemos mortes ou de doenças estranhas que dizimam populações incómodas.
Depois sonegam sistematicamente informações aos médicos e enfermeiras. Só lhes permitem usar medicamentos venenosos cheios de efeitos secundários. Perdendo-se a sabedoria antiga de curar sem envenenar nem efeitos secundários.
A comida está venenosa por aditivos químicos e conservantes. Depois ainda nos dão trangénicos para não termos escapatória.
A poluição destruiu a água potável.

E põem estes fantoches ou palhaços nos governos para nós julgarmos que vivemos em democracia, que temos alguma liberdade e poder.

A taxa de esterilidade nos jovens indica que os humanos são já uma espécie em vias de extinção:-((
Mas quem nos protege?

RAFAELA disse...

SILVIO!!! JÁ FIZ MEU PERFIL NO BLOG!!! DÁ UMA OLHADA LÁ
ESSA GENTE COVARDE QUE NÃO SE INDENTIFICA É UM PROBLEMA!
PAZ E AMOR PARA VC
BEIJOS

Anónimo disse...

Aprendamos com as Repúblicas das Bananas mais antigas e experientes que nós:

Discurso del Presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Hugo Chávez Frías en la Sexagésima Asamblea General de la Organización de Naciones Unidas

Organización de Naciones Unidas (ONU). Nueva York.

Jueves, 15 de septiembre de 2005

Excelencias, amigas y amigos, muy buenas tardes:

El propósito original de esta reunión ha sido desvirtuado totalmente. Se nos ha impuesto como centro del debate un mal llamado proceso de reformas, que relega a un segundo plano lo más urgente, lo que los pueblos del mundo reclaman con urgencia, como lo es la adopción de medidas para enfrentar los verdaderos problemas que obstaculizan e impiden los esfuerzos de nuestros países por el desarrollo y por la vida.

Cinco años después de la Cumbre del Milenio, la cruda realidad es que la gran mayoría de las metas diseñadas, pese a que eran ya de por sí modestísimas, no serán alcanzadas.

Pretendimos reducir a la mitad los 842 millones de hambrientos para el año 2015. Al ritmo actual la meta se lograría en el año 2215, ve a ver quién de nosotros estaríamos allí para celebrarlo, si es que la especie humana logra sobrevivir a la destrucción que amenaza nuestro medio ambiente.

Habíamos proclamado la aspiración de lograr en el 2015 la enseñanza primaria universal. Al ritmo actual la meta se alcanzará después del año 2100, preparémonos pues para celebrarlo.

Esto, amigas y amigos del mundo, nos lleva de manera irreversible a una amarga conclusión: las Naciones Unidas han agotado su modelo, y no se trata simplemente de proceder a una reforma, el siglo XXI reclama cambios profundos que sólo son posibles con una refundación de esta organización. Esto no sirve, hay que decirlo, es la pura verdad.

Esas transformaciones, a las que desde Venezuela nos referimos, al mundo, tienen para nosotros, desde nuestro punto de vista dos tiempos: el inmediato, el de ahora mismo, y el de los sueños, el de la utopía; el primero está marcado por los acuerdos lastrados por el viejo esquema, no le rehuimos, y traemos, incluso, propuestas concretas dentro de ese modelo en el corto plazo. Pero el sueño de esa paz mundial, el sueño de un nosotros que no avergüence por el hambre, la enfermedad, el analfabetismo, la necesidad extrema, necesita –además de raíces– alas para volar. Necesitamos alas para volar, sabemos que hay una globalización neoliberal aterradora, pero también existe la realidad de un mundo interconectado que tenemos que enfrentar no como un problema sino como un reto, podemos, sobre la base de las realidades nacionales, intercambiar conocimientos, complementarnos, integrar mercados, pero al tiempo debemos entender que hay problemas que ya no tienen solución nacional, ni una nube radioactiva, ni los precios mundiales, ni una pandemia, ni el calentamiento del planeta o el agujero de la capa de ozono son problemas nacionales.

Mientras avanzamos hacia un nuevo modelo de Naciones Unidas que haga cierto y suyo ese nosotros de los pueblos, hay cuatro reformas urgentes e irrenunciables que traemos a esta Asamblea. La primera, la expansión del Consejo de Seguridad tanto en sus categorías permanentes como en las no permanentes, dando entrada a nuevos países desarrollados y a países en desarrollo como nuevos miembros permanentes. La segunda, la necesaria mejora de los métodos de trabajo para aumentar la transparencia y no para disminuirla, para aumentar el respeto y no para disminuirlo, para aumentar la inclusión. La tercera, la supresión inmediata, seguimos diciéndolo desde hace seis años desde Venezuela, la supresión inmediata del veto en las decisiones del Consejo de Seguridad, ese vestigio elitesco es incompatible con la democracia, incompatible con la sola idea de igualdad y de democracia.Y en cuarto lugar el fortalecimiento del papel del Secretario General, sus funciones políticas en el marco de la diplomacia preventiva, debe ser consolidado. La gravedad de los problemas convoca a transformaciones profundas, las meras reformas no bastan para recuperar el nosotros que esperan los pueblos del mundo, más allá de las reformas reclamamos desde Venezuela la refundación de Naciones Unidas, y como bien sabemos en Venezuela, por las palabras de Simón Rodríguez, el Robinson de Caracas: “O inventamos o erramos”.

En la reunión de enero pasado de este año 2005 estuvimos en el Foro Social Mundial en Porto Alegre, diferentes personalidades allí pidieron que la sede de Naciones Unidas saliera de Estados Unidos si es que continúan las violaciones a la legalidad internacional por parte de ese país. Hoy sabemos que nunca existieron armas de destrucción masiva en Iraq, el pueblo estadounidense siempre ha sido muy riguroso con la exigencia de la verdad a sus gobernantes, los pueblos del mundo también: nunca hubo armas de destrucción masiva y sin embargo, y por encima de Naciones Unidas, Iraq fue bombardeado, ocupado y continúa ocupado. Por eso proponemos a esta Asamblea que Naciones Unidas salga de un país que no es respetuoso con las propias resoluciones de esta Asamblea. Algunas propuestas han señalado a una Jerusalén convertida en ciudad internacional como una alternativa. La propuesta tiene la generosidad de proponer una respuesta al conflicto que vive Palestina, pero quizás tenga aristas que hagan difícil llevarlo a cabo. Por eso traemos aquí otra propuesta, anclada en la Carta de Jamaica, que escribió Simón Bolívar, el gran Libertador del Sur, en Jamaica, en 1815, hace 190 años. Ahí propuso Bolívar la creación de una ciudad internacional que sirviera de sede a la idea de unidad que planteaba. Bolívar era un soñador que soñó lo que son hoy nuestras realidades.

Creemos que ya es hora de pensar en la creación de una ciudad internacional ajena a la soberanía de ningún Estado, con la fuerza propia de la moralidad de representar a las Naciones del mundo, pero esa ciudad internacional tiene que reequilibrar cinco siglos de desequilibrio. La nueva sede de Naciones Unidas tiene que estar en el Sur, “¡El Sur también existe!”, dijo Mario Benedetti. Esa ciudad que puede existir ya, o podemos inventarla, puede estar donde se crucen varias fronteras o en un territorio que simbolice al mundo, nuestro Continente está en disposición de ofrecer ese suelo sobre el que edificar el equilibrio del universo del que habló Bolívar en 1825.

Señoras, señores, enfrentamos hoy una crisis energética sin precedentes, en el mundo, en la que se combinan peligrosamente un imparable incremento del consumo energético, la incapacidad de aumentar la oferta de hidrocarburos y la perspectiva de una declinación en las reservas probadas de combustibles fósiles. Comienza a agotarse el petróleo.

Para el 2020 la demanda diaria de petróleo será de 120 millones de barriles, con lo cual, incluso sin tener en cuenta futuros crecimientos, se consumiría en 20 años una cifra similar a todo el petróleo que ha gastado la humanidad hasta el momento, lo cual significará, inevitablemente, un aumento en las emisiones de dióxido de carbono que, como se sabe incrementa cada día la temperatura de nuestro planeta.

Katrina ha sido un doloroso ejemplo de las consecuencias que puede traer al hombre ignorar estas realidades. El calentamiento de los océanos es, a su vez, el factor fundamental detrás del demoledor incremento en la fuerza de los huracanes que hemos visto en los últimos años. Valga la ocasión para transmitir una vez más nuestro dolor y nuestro pesar al pueblo de Estados Unidos, que es un pueblo hermano de los pueblos de América también, y de los pueblos del mundo.

Es práctica y éticamente inadmisible sacrificar a la especie humana invocando de manera demencial la vigencia de un modelo socioeconómico con una galopante capacidad destructiva. Es suicida insistir en diseminarlo e imponerlo como remedio infalible para los males de los cuales es, precisamente, el principal causante.

Hace poco el señor Presidente de Estados Unidos asistió a una reunión de la Organización de Estados Americanos, a proponerle a la América Latina y al Caribe incrementar las políticas de mercado, la apertura de mercado, es decir, el neoliberalismo, cuando esa es precisamente la causa fundamental de los grandes males y las grandes tragedias que viven nuestros pueblos: el capitalismo neoliberal, el Consenso de Washington lo que ha generado es mayor grado de miseria, de desigualdad y una tragedia infinita a los pueblos de este continente.

Ahora más que nunca necesitamos, señor Presidente, un nuevo orden internacional, recordemos que la Asamblea General de las Naciones Unidas en su sexto período extraordinario de sesiones, celebrado en 1974, algunos de quienes están aquí no habían nacido, seguramente, o estaban muy pequeños.

En 1974, hace 31 años adoptó la declaración y el programa de acción sobre un nuevo Orden Económico Internacional, junto con el plan de acción la Asamblea General adoptó el 14 de diciembre de aquel año 1974 la Carta de Derechos y Deberes Económicos de los Estados que concretó el Nuevo Orden Económico Internacional, siendo aprobada por mayoría aplastante de 120 votos a favor, 6 en contra y 10 abstenciones –esto era cuando se votaba en Naciones Unidas–, porque ahora aquí no se vota, ahora aquí se aprueban documentos como este documento que yo denuncio a nombre de Venezuela, como irrito, nulo e ilegal, se aprobó violando la normativa de las Naciones Unidas, ¡no es válido este documento!, habrá que discutir este documento, el Gobierno de Venezuela lo va a hacer conocer al mundo, pero nosotros no podemos aceptar la dictadura abierta y descarada en Naciones Unidas, estas cosas son para discutirlas y para eso hago un llamado muy respetuoso, a mis colegas los Jefes de Estado y los Jefes de Gobierno.

Ahora me reunía con el presidente Néstor Kirchner y bueno, yo sacaba el documento, este documento fue entregado cinco minutos antes, ¡sólo en inglés!, a nuestros delegados y se aprobó con un martillazo dictatorial, que denuncio ante el mundo como ilegal, irrito, nulo e ilegítimo.

Oíganme una cosa, señor Presidente, si nosotros vamos a aceptar esto, es que estamos perdidos, ¡apaguemos la luz y cerremos las puertas y cerremos las ventanas! Sería lo último: que aceptemos la dictadura aquí en este salón.

Ahora más que nunca –decíamos– requerimos retomar, retomar cosas que se quedaron en el camino, como la propuesta aprobada en esta Asamblea en 1974 de un Nuevo Orden Económico Internacional, para recordar algo, digamos lo siguiente, el Artículo 2 del texto de aquella carta, confirma el derecho de los estados de nacionalizar las propiedades y los recursos naturales que se encontraban en manos de inversores extranjeros, proponiendo igualmente la creación de carteles de productores de materias primas. En su Resolución 3.201 de mayo de 1974, expresó la determinación de trabajar con urgencia para establecer un Nuevo Orden Económico Internacional basado –oiganme bien, os ruego– “en la equidad, la igualdad soberana, la interdependencia, el interés común y la cooperación entre todos los estados cualesquiera que sean sus sistemas económicos y sociales, que corrija las desigualdades y repare las injusticias entre los países desarrollados y los países en desarrollo, y asegure a las generaciones presentes y futuras, la paz, la justicia y un desarrollo económico y social que se acelere a ritmo sostenido”, cierro comillas, estaba leyendo parte de aquella Resolución histórica de 1974.

El objetivo del Nuevo Orden Económico Internacional era modificar el viejo orden económico concebido en Breton Woods.

Creo que el Presidente de Estados Unidos habló aquí durante unos 20 minutos el día de ayer, según me han informado, yo pido permiso, Excelencia, para terminar mi alocución.

El objetivo del Nuevo Orden Económico Internacional era modificar el viejo orden económico concebido en Breton Woods en 1944, y que tendría una vigencia hasta 1971, con el derrumbamiento del sistema monetario internacional: sólo buenas intenciones, ninguna voluntad para avanzar por ese camino, y nosotros creemos que ese era, y ese sigue siendo el camino.

Hoy reclamamos desde los pueblos, en este caso el pueblo de Venezuela, un nuevo orden económico internacional, pero también resulta imprescindible un nuevo orden político internacional, no permitamos que un puñado de países intente reinterpretar impunemente los principios del Derecho Internacional para dar cabida a doctrinas como la “Guerra Preventiva”, ¡vaya que nos amenazan con la guerra preventiva!, y la llamada ahora “Responsabilidad de Proteger”, pero hay que preguntarse quién nos va a proteger, cómo nos van a proteger.

Yo creo que uno de los pueblos que requiere protección es el pueblo de Estados Unidos, demostrado ahora dolorosamente con la tragedia de Katrina: no tiene gobierno que lo proteja de los desastres anunciados de la naturaleza, si es que vamos a hablar de protegernos los unos a los otros; estos son conceptos muy peligrosos que van delineando el imperialismo, van delineando el intervencionismo y tratan de legalizar el irrespeto a la soberanía de los pueblos, el respeto pleno a los principios del Derecho Internacional y a la Carta de las Naciones Unidas deben constituir, señor Presidente, la piedra angular de las relaciones internacionales en el mundo de hoy, y la base del nuevo orden que propugnamos.

Permítanme una vez más, para ir concluyendo, citar a Simón Bolívar, nuestro Libertador, cuando habla de la integración del mundo, del Parlamento Mundial, de un Congreso de parlamentarios, hace falta retomar muchas propuestas como la bolivariana. Decía Bolívar en Jamaica, en 1815, ya lo citaba, leo una frase de su Carta de Jamaica: “Qué bello sería que el istmo de Panamá fuese para nosotros lo que el de Corinto para los griegos, ojalá que algún día tengamos la fortuna de instalar allí un augusto congreso de los representantes de las repúblicas, de los reinos, a tratar y discutir sobre los altos intereses de la paz y de la guerra, con las naciones de las otras tres partes del mundo. Esta especie de corporación podrá tener lugar en alguna época dichosa de nuestra regeneración.” Urge enfrentar de manera eficaz, ciertamente, al terrorismo internacional, pero no usándolo como pretexto para desatar agresiones militares injustificadas y violatorias del Derecho Internacional, que se han entronizado como doctrina después del 11 de septiembre. Sólo una estrecha y verdadera cooperación, y el fin de los dobles raseros que algunos países del Norte aplican al tema del terrorismo, podrán acabar con este horrible flagelo.

Señor Presidente:

En apenas 7 años de Revolución Bolivariana, el pueblo venezolano puede exhibir importantes conquistas sociales y económicas.

Un millón 406 mil venezolanos aprendieron a leer y a escribir en año y medio, nosotros somos 25 millones aproximadamente y, en escasas semanas el país, dentro de pocos días, podrá declararse libre de analfabetismo, y tres millones de venezolanos antes excluidos por causa de la pobreza, fueron incorporados a la educación primaria, secundaria y universitaria.
Diecisiete millones de venezolanos y venezolanas –casi el 70% de la población- reciben, por primera vez en la historia, asistencia médica gratuita, incluidos los medicamentos y, en unos pocos años, todos los venezolanos tendrán acceso gratuito a una atención médica por excelencia.

Se suministran hoy más de 1 millón 700 mil toneladas de alimentos a precios módicos a 12 millones de personas, casi la mitad de los venezolanos, un millón de ellos lo reciben gratuitamente, de manera transitoria. Estas medidas han generado un alto nivel de seguridad alimentaria a los más necesitados.

Señor Presidente, se han creado más de 700 mil puestos de trabajo, reduciéndose el desempleo en 9 puntos porcentuales, todo esto en medio de agresiones internas y externas, que incluyeron un golpe militar facturado en Washington, y un golpe petrolero facturado también en Washington, pese a las conspiraciones, a las calumnias del poder mediático, y la permanente amenaza del imperio y sus aliados, que hasta estimula el magnicidio. El único país donde una persona se puede dar el lujo de pedir el magnicidio de un Jefe de Estado, es Estados Unidos, como ocurrió hace poco con un reverendo llamado, Pat Robertson muy amigo de la Casa Blanca: pidió públicamente ante el mundo mi asesinato y anda libre, ¡ese es un delito internacional!, ¡terrorismo internacional!

Pues bien, nosotros lucharemos por Venezuela, por la integración latinoamericana y por el mundo. Reafirmamos aquí en este salón nuestra infinita fe en el hombre, hoy sediento de paz y de justicia para sobrevivir como especie. Simón Bolívar, padre de nuestra Patria y guía de nuestra Revolución, juró no dar descanso a su brazo, ni reposo a su alma, hasta ver a la América libre. No demos nosotros descanso a nuestros brazos, ni reposo a nuestras almas hasta salvar la humanidad.

Señores, muchísimas gracias.

Só a agricultura de sobrevivencia dá independência à população.

Com mercados locais e pequeno comércio.
Os supermercados só envenenam a população com comidas e insecticidas e detergentes. Quanto a lugares de trabalho só oferecem indiferenciados. De escravos.

Quanto tempo vamos ainda poder cultivar a terra?
Muito subversivo hoje é fazer agricultura de sobrevivencia...

Anónimo disse...

Precisamos é de aprender a viver sem trabalhar como dizia o Agostinho da Silva.
O nosso actual desafio é esse.

Tecido_humano disse...

eu tenho uma filosofia, (incrivel, mas é verdade!!!!) se ofendi é pq consegui alcançar o meu objectivo (provocar agitação), o mesmo se aplica á R.O. =D .... força aí Silvio!

n.r. - acerca das cenas dos triangulos (do site) axo q te falta um classico, um jogo da Nintendo, Zelda... check it ;)

Ecologista disse...

Queres denunciar esta seca artificial que nos está a enxotar de Portugal?
Para depois só a elite poder viver neste cantinho do céu!
Os ingleses sabem bem que são só as classes superiores que vivem nos melhores territórios. E nós já o fomos.

Lê isto.
Methods of Artificial Weather Manipulation(AWM) help agriculture, devastate the enemy and control the world economy
Staff Reporter
Mar. 27, 2005



Scientists, Weather Engineers and Space Specialists are working towards something that can change human civilization forever! It is the methods of artificial weather modification.

The process when perfected, can help in agriculture, getting rid of droughts, floods and avoid cyclones and typhoons.

It is also the process by which the enemy can be devastated, artificial floods, cyclones and typhoons created.

It can allow controlling the world economy and agricultural commodity markets.

In ancient religions and legends, weather control, creation of cyclone, rain, flood, drought were nothing new. In the modern age the Scientists and technologists are busy perfecting the weather control sciences. It is shaping up as the most vibrant area of research and development.

Many countries are mastering the science of weather control. As a matter of fact many experts predict that a war game is being played by major powers in the world to demonstrate their capabilities of weather control. Most of these initiatives are classified and shoved off from the public. The only way one can track these initiatives is to look at countries taking actions to shield against weather control experiments.

Recently, scientists and engineers have started unveiling the actual methods of weather control. Some primitive methods like Cloud-top seeding can confuse you and point you to a wrong direction. Cloud-top seeding is usually performed between the temperatures of -5°C and -10°C. The greatest amount of super-cooled liquid water is usually found within this range. This corresponds to an altitude range of 15,000 to 22,000 ft depending upon location. Dropping or ejecting silver iodide flares into the growing cloud turrets dispenses seeding agent. The seeding agent is placed into the super-cooled clouds where nucleation is desired, so the updrafts in these cases are relied upon only to provide a continuing source of condensate. This delivery technique requires less anticipation on the part of those directing the seeding operations and may have a more immediate effect.

The more modern methods involve artificial ionization of earth’s atmosphere between 15,000 and 30,000 ft. and above. Manipulating the ionosphere and use of controlled solar-terrestrial interactions can create much larger effects. Scientists are realizing that the earth’s weather is controlled by Sun's natural Electromagnetic Radiation reaching the earth. The Sun’s Radiations and Ultraviolet Rays have to cross the ionosphere to reach the earth.

There are early indications that the solar radiations and flares are directly responsible for planetary weather changes. And Solar flares and levels of radiations are caused by bombardment of cosmic rays on the Sun from either a distant massive black hole or a star-cluster caused by the collapse of thousands and thousands of stars in a small space.

Computer models obviously focused on the ionosphere, which acts as a filter for the solar radiations to reach the earth. If one can manipulate and control the filter, it becomes a potential source of massive weather modification. That is what the computer simulation models found. Controlling the ionosphere potentially allows weather control. The algorithmic variation of ionosphere can create the magic in a massive scale.

There are many methods of controlling the ionosphere. It is the process of artificially manipulating ion density in the ionosphere. High power transmitter and antenna array operating in the HF(High Frequency) range is one of the methods. There are lots of literature on that in the Internet and declassified scientific research journals.

However, the recent trend is in using super conductors in space satellites to generate intense high intensity electromagnetic flux.

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Anónimo disse...

Quem quer continuar a acrescentar esta história?

E Deus disse:"Que cresça a erva, que a erva dê semente, e que da semente
cresçam árvores e dêem frutos".
E Deus povoou a Terra com alfaces e couves-flor, espinafres, milho e
vegetais verdes de todas as espécies, para que o Homem e a Mulher pudessem
viver
longas e saudáveis vidas.

E Satanás criou o McDonald's e a promoção dois BigMacs por cinco euros.
E Satanás disse ao Homem: - "Dou-te a escolher.Queres as batatas fritas com
quê?"

E o Homem disse: - "Na promoção, com Coca-Cola, ketchup e mostarda".

E o Homem engordou cinco quilos.

E Deus criou o iogurte e o Kéfir, para que a Mulher pudesse manter a
forma esbelta de que o Homem tanto gostava.

E Satanás criou a tablete de chocolate com açúcar refinado e lacticíneos.

E a Mulher engordou cinco quilos.

E Deus disse: -"Experimentem a minha nova receita de salada mista".

E Satanás criou os pratos de bacalhau com natas e marisco.

E a mulher engordou dez quilos.

E Deus disse: - "Enviei-vos bons e saudáveis vegetais e sementes e
agora o azeite que vos servirá de gordura para que possais cozinhar
de forma saudável".

E Satanás inventou a gordura hidrogenada, a galinha frita e o peixe frito
em óleo refinado. O Homem ganhou 10 quilos e os níveis de colesterol
bateram no tecto.

E Deus criou sapatos de corrida e o Homem perdeu os quilos extras.

E Satanás criou a televisão por cabo com controlo remoto para que o
homem não tivesse de se levantar para mudar de canal.

E o Homem ganhou mais vinte quilos.

E Deus disse:- "Estás a passar dos limites, Demónio".

E o Homem teve um ataque cardíaco.

E Deus criou a intervenção cirúrgica cardíaca.

E Satanás criou sistemas de saúde privada e de saúde estatal.

Mas Deus salvou o homem dando-lhe uma nova oportunidade. E Deus disse: -
"Dei-vos as plantas com semente para que delas possais fazer essências
e poções caseiras, segundo os muitos livros que pus ao vosso dispôr."

Aí Satanás criou o lobbie farmacêutico...

Bem, mas esta história onde nos vai levar ... ?
Se alguém tiver ideias melhores que pegue na tecla.

Anónimo disse...

Olha como o big brother ataca!
Com presentes envenenados e com banalização através de modas futeis e novelas. E aproveitando o lado mau das pessoas.
Com a Sol da novela América a promover e banalizar o uso de chips debaixo da pele sem saber bem para que serve. Pois. No canal mais globalização que existe: SIC. Pois.
Com o "prestável" serviço de backup da tmn e usando as terríveis personalidades controladoreas que existem em cada família:
E agora estes programas. e esta treta de termos de escrever este código sempre que comentamos num blog. Que presente envenenado virá com este código?

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xatoo disse...

olá Silvio!
Deixa lá os cobardolas.
O que é certo é que tens aqui um belo grupo de gente à tua volta, que ajudam a desmistificar as realidades visiveis.
Força!

Anónimo disse...

Já viu como num instante se destruiu a Alemanha?
Eficientíssimos.

Hardcore Kid disse...

Bem até que enfim alguem tem a corajem para escrever estas coisas... o blog tá excelente e os covardes não passam de gajos que não têm metade da tua coragem e muito provavelmente são gajos que não têm mais nada para fazer... por isso só te digo isto:
Continua porque são pessoas como tu que fazem o mundo evoluir.

silvio disse...

Obrigado pelas vosssas mensagens.
um abraço a todos! :-)

este código de confirmação de mensagem fui eu que escolhi a opção, no blog.
E é inofensivo, serve apenas para prevenir as mensagens dos americanos que vinham colocar spam (publicidade a porcarias de sites).
Eram mensagens automáticas, mas assim tem que haver verificação humana para escrever o código.
Outros são spammers humanos mas aborrecem-se de estar sempre a escrever o código e não perdem tempo com isso.
Assim evita-se o spam.
as pessoas que vêm aqui para o bem, para comentar coisas do tema, confirmam o código, os spammers não :-)

eh eheh

silvio disse...

O TMN backup serve para ficarem com MILHARES DE TELEFONES na base de dados.
hoje em dia ganha-se MUITO dinheiro a vender dados e contactos das pessoas, é isso.
Quem quizer pode ver que é verdade, leiam a revista "Readers digest" deste mês

Anónimo disse...

O backup da tmn serve para conhecer todos os teus contactos ficarem sob escuta, caso tu caias em desgraça e fiques com a polícia à perna.
E tu sem ninguém que te ajude pois apanhar-te-âo sempre.
Não são os nossos actos que são criminosos. São as leis que os tornam tal.
Já viste que se inventam uma lei que proibe que se tire macacos do nariz, quantos de nós ficam imediaamente perigosos criminosos.
E esta treta de deixarem os tarados fazerem ataques terroristas, abre caminho na opinião pública para perdermos demasiados direitos e liberdades.

silvio disse...

por mim estou tranquilo, não violo a lei, nem tenho tmn backup ;-)
sim isso das leis, foi também falado no livro dos illuminati (Robert wilson).
quanto mais leis inventarem, mais possibilidade de haver transgressões a essa lei.
Se inventarem uma lei que é proibido dizer asneiras.
basta uma pessoa na ria dizer "fdss" e paga multa.
Já estou a imaginar, 5 euros de multa por poluição "verbal" :-)