quinta-feira, outubro 13, 2005

Fábula: a mosca

Hoje deu-me um raio de "luz", um vipe, lembrei-me que as fábilas têm mensagens ocultas e que posso interpretá-las ao gosto das conspirações. Vou publicar uma sequência de fábulas e interpretá-las.

Caiu uma mosca numa tigela cheia de carne. Estando a ponto de afogar-se no molho, exclamou para si mesma: - Comi, bebi e banhei-me; pode vir a morte, não me importa agora.
(Quando a morte se apresenta acompanhada de felicidade, se aceita sem queixas.)


Ora, nós o povo (seríamos a mosca, sem ofensa) o Governo tira-nos cada vez mais benefícios, explora-nos, milhares de famílias não têm o que comer, portanto estão piores que a mosca, avizinha-se a morte e elas nem satisfeitas podem estar. Mesmo assim suspiram "desde que tenha o suficiente para sobreviver, sinto-me feliz".
É isto que os governantes querem, povo passivo, cada vez mais perto da morte, e sem revolta. Que aceitem a morte passivamente ( como a mosca ).
A Nós não envenenam com molho, mas sim com fluor na água, poluição atmosférica, medicamentos químicos, e centenas de outras coisas.

2 comentários:

Anónimo disse...

Genial!

silvio disse...

obrigado :-)