domingo, julho 24, 2005

cidadão morto pela polícia britânica era Brasileiro

Não sei se a versão é totalmente como contou a polícia britância, dizem que o homem fugiu e não parou ás ordens da polícia, entrou no metro até que ...Foi abatido por 5 tiros.
Eu não sei se assim foi, tenho algumas dúvidas pois também ocorreu que em Iraque os americanos dispararam contra a jornalista italiana (Giuliana Sgrena) e o agente secreto italiano que a protegia, abatendo-o, quando Itália havia avisado que iam passar pelos solados, etc, são sempre "enganos", mas os inocentes é que morrem!

A noticia sobre a morte do Brasileiro está aqui, no yahoo, por exemplo:
http://br.news.yahoo.com//050724/5/vyos.html
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13 comentários:

Silverboy disse...

O mal está feito, mataram um inocente e isso é mais que óbvio...as desculpas tão pedidas(como se isso servisse de muito)...e que medidas irao ser tomadas?...por certo nenhumas...está mais que visto que a policia anda às aranhas no meio disto tudo e podiam atacar londres paí umas 100xs que eles não conseguiam evitar esses atentados...ou então..não convinha evitarem...

silvio disse...

eles atiraram a matar, 5 tiros na nuca, e o brasileiro já era cidadao legalmente registado e trabalhava lá há 4 anos.
Nestas situações o que eles fazem é pedir desculpas "oficialmente", mais nada...E Brasil nem pode indignar-se muito para não entrar em conflitos com o Reino Unido, infelizmente é assim, devido á política internacional.
Não há nada mais a fazer...
As famílias é que sofrem.

Anónimo disse...

Silvio até eu com meu passaport vencido iria correr..É o que aconteceu ele ja estava ilegal nesse país da bruxa rainha velha..hehe
Sempre foi assim, os inocentes sempre pagam pelos corruptos e tiranos..
Abs
Nilvio

RR disse...

Na verdade foram sete tiros. 6 tiros na cabeça e um tiro no ombro, na parte da frente. Isto significa que o brasileiro não correu, a não ser que tenha corrido de costas. Todos os tiros foram a queima roupa, sendo este outro indicativo de que não houve tempo para o brasileiro fugir, pois ele estava a menos de 30 cm do cano das armas. O próprio governo britânico admitiu que os policiais tem ordens de atirar na cabeça para matar os suspeitos de terrorismo. É a politica do atira antes, pergunta depois, exatamente como funciona no Brasil. Os policiais britânicos estão sendo treinados por iraquianos para deter terroristas, e a ordem para que se consiga impedir um terrorista de acionar a bomba é atirando na cabeça. O brasileiro deu azar. "A vida do cidadão comum termina onde começa a liberdade dos poderosos".

abcdefghijklmnopq disse...

Não estou a dizer k o homem nao fosse inocente, nem estou a kerer defender a policia e o sistema inglesa, mas o k os noticiarios dizem é k o brasileiro estava ilegal, fugiu da policia kuando disseram para parar e , em pleno julho, vestia um kispo.Temos k ver k agora estao a suspeitar de kulaker um. e o facto é k era suspeito!!

Anónimo disse...

Oq fizeram com meu conterrâneo (sou de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, estado onde fica Gonzaga) foi execução sumária, digna das maiores atrocidades ki esse planeta já presenciou!!! E, pra piorar, "meu" governo usa esse fato para tirar de foco a pouca vergonha do mensalão, assim como a Scotland Yard, ao dizer ki o visto de estudante dele estava vencido.
Só espero ki o povo mineiro tenha vergonha na cara e aprenda ki, antes de pensarmos em sair do país, temos ki lutar para fazer de nosso Brasil uma nação grande e forte (pra se ter uma idéia, 25%, isso mesmo, um quarto da população de Gonzaga, vive fora do Brasil)
Agora é pressionar o governo britânico para ki crimes como esse não aconteçam mais, ki nenhum inocente, independente da nacionalidade, morra de forma tão cruel!!!

Anónimo disse...

A verdade eh q os policiais estavam a paisana, ao ver o brasileiro o mandaram parar e foram a trás dele com armas na mão... ele não sabia q eram policiais... ele viu 3 pessoas normais, correndo atrás dele com armas na mão... ele ia ficar parado??? por isso correu

Anónimo disse...

A verdade eh q os policiais estavam a paisana, ao ver o brasileiro o mandaram parar e foram a trás dele com armas na mão... ele não sabia q eram policiais... ele viu 3 pessoas normais, correndo atrás dele com armas na mão... ele ia ficar parado??? por isso correu

Sofocleto disse...

Lamento, como é óbvio, o sucedido com o cidadão brasileiro. O agente policial extravasou largamente as suas funções porquanto tinha ordens para meter apenas uma bala na cabeça do suspeito e acabou por meter cinco.

Não estranho, também, que se execute imediatamente um suspeito, sem lhe fazer primeiro um interrogatório. Se eliminarem prontamente todos os suspeitos, há uma probabilidade razoável de abaterem alguém que tenha um primo afastado, que “supostamente” terá conhecido alguma pessoa, com “alegadas” ligações a um grupo, “presumidamente” próximo da Al-Qaeda.

Que a Al-Qaeda está hoje fortemente implantada no Reino Unido, os recentes acontecimentos comprovam-no. Mais, estou convicto que a grande maioria dos seus membros nasceu em solo britânico. Mais, alguns até podem ser funcionários públicos. Mais...

Anónimo disse...

Sabem que a tal pandemia de gripe que vos vamos impingir este inverno é tão mortal que isolarão os prédios caso alguém apareça doente?
Ah! Ah! Ah! Ah!
Isto é que é um ver se te avias a despachar população excedentária e poupar dinheiro em reformas, medicamentos, educação, etc.
Ficamos só mesmo nós: a elite.
Guerra Quimica mais virus borrifados e pronto: acaba-se com o desemprego, as crianças e os velhos.

Anónimo disse...

A vigarice é tanta nesta encenação de terrorismo que até o IRA deixou de usar o terrorismo para não se confundir com estes patifes.
Estamos a chegar a tal estado quwe parece que quem ainda tem alguma moral são os cadastrados.

silvio disse...

Olá a todos, cheguei de férias.

assinado: silvio, webmaster

Anónimo disse...

Estes enganos dão muito jeito para eliminar testemunhas perigosas. Ou jornalistas incómodos.
Fazem parte das técnicas básicas na encenação de "atentados terroristas".
Quem puder testemunhar a encenação é eliminado por engano ou porque fugiu, etc.